domingo, 13 de dezembro de 2009

Uma massa forte para o Brasil

No Brasil, é costumeiro, desde tempos remotos, participar de corrupções herméticas a uma sociedade ou expostas ao povo da nação mais acolhedora do mundo. O Brasil é uma mãe que carrega em teu seio, na pátria amada, filhos que nunca antes pisaram aqui e quando aqui entram, sabem da vergonha que nós, os brasileiros, vemos todos os dias.

Nunca antes na história desse país, denúncias de corrupção e maus tratos com dinheiro público, esteve tão aberta ao povo.

A corrupção, a ganância, a sede pelo poder leva um indivíduo tornar-se do mais bom cidadão ao melhor eloquente retórico do país.

Se um plano de corrupção - dinheiro nas meias, na cueca, dinheiro para o panetone das criancinhas - dá errado e aparece na mídia, não é porque o sigiloso espetáculo falhou, mas sim por que a divisão do panetone graúdo não foi o suficiente para alguns. Com inveja e dor de cotovelo, fulano do partido tal denuncia e o plano é melado.

Nós, o povo da base, a sociedade que carrega há anos essa gente, não podemos olhar, achar graça e transformar toda essa cena em sátira. Ao entendermos como piada e rirmos de tal podridão, só nos faz ser os palhaços, um dia esqueceremos e amanhã não saberemos o motivo de tanta festa alegre demais.

Não podemos ser o país do amanhã vai dar certo, amanhã alguém os tira de lá. Não. Esse alguém sou eu que está cansado de tanta vergonha e barbaridade sem nenhum acréscimo para a nação. Sou eu que os tirará de lá, sou eu, a massa, o país que erguerá as mangas de minhas camisas carcomidas pelo trabalho honroso, que não quero essa gente enriquecendo o "jeitinho brasileiro". Eu os coloquei lá, eu os tirarei de lá.

sábado, 21 de novembro de 2009

Punhos cerrados. Mãos sempre abertas

Um dia de sol nem sempre reserva o que é esperado quando há sol. Geralmente algum ser precisa dos raios do sol para ser feliz ou tornar um dia feliz, porque acha que o sol vai sair. Neste último final de semana foi provado que ser feliz é uma questão de escolha. O sol saiu de manhã, e, mais à tarde, o céu foi escurecendo e a maravilhosa refrescância da chuva veio. Independente dos raios do sol, das gotas das chuvas, da brisa do vento ou dos negativos do inverno gelado, a melhor escolha, sempre, é ser feliz.

Ser feliz é olhar o horizonte e dizer, afirmar, que o verde que o cobre é o responsável por fazer os seres vivos respirar.

Ser feliz é observar, sentir, olhar no fundo da alma do interlocutor e dizer que ele aprendeu a ser sábio.

Ser feliz está exatamente nas menores coisas que a vida oferece.

Ser feliz é sentir o calor dos seres ao redor e dizer que não falta mais nada para deixar um sorriso aberto por muito tempo.

Estar feliz é não sentir o dia acabar, dando lugar à noite, e permanecer em êxtase pelo resto da semana. O final de semana previu o começo dos próximos dias. Com toda a felicidade que foi narrada em seus minuciosos detalhes, uma cena vai ficar gravada por todo o sempre: as palavras de uma sábia que aprendeu a ser feliz, mais feliz, e mais feliz desde sempre e não tem medo nem vergonha de passar tudo o que aprendeu para os seres que ama. Cida era o nome dessa sábia. E no final, com poucas e maravilhosas palavras, ela disse: "um punho fechado não diz nada, um punho fechado é um ponto, em um punho cerrado, não entram bênçãos. Agora, experimente abrir as mãos e receber o que a vida lhe oferece. Experimente deixar a palma da mão aberta e exposta pelo tempo que for preciso. Experimente atrair as bênçãos do universo. Experimente trazer o pensamento do universo para si. A palma da mão aberta é o infinito. Tudo nela se retém e tudo dela será passado com amor. E, se mesmo assim, as mãos que foram abertas, um dia se fecharem com todas as coisas boas que lhe foram proporcionadas, com os punhos cerrados, como grãos de areia, as bênçãos cairão. E não chore, pois cerrados os punhos jamais devem estar. "E quem disse que somente em um dia de sol maravilhas podem acontecer? Ser feliz só depende de quanta força você terá para não deixar seus punhos ficarem cerrados.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A falsidade não vale o esforço e não pode ser conjugada



Por muitas vezes ouvi alguém dizer que era falso com aquele ou com aquele outro. Nunca, - a verdade mesmo - nunca consegui agir com falsidade com outra pessoa. Prefiro deixar de falar com beltrano a ter que me submeter ao "sucesso" falido da falsidade.
Certo dia, em um ambiente profissional, ouvi alguns buxixos de que uma pessoa não gostava da outra, por esse motivo não deixou de falar com ciclano, foi falsa, situação engraçada essa de ser falso com fulano. Vejamos bem minha tese, tenho duas teses a respeito da falsidade:
Primeira - se alguém não gosta de Beltrano, significa que não existem afinidades entre ambos, ambos podem ser: ambos os grupos, ambas as pessoas, ambos os países, a falsidade nunca é criada sozinha, sempre há um lado e outro e o um consegue falsear o outro, ou estamos enganados a respeito do "sozinha"? Continuando... as afinidades são gostos parecidos ou até mesmo iguais dentro de uma sociedade normal como a nossa. Ser falso é ser outra pessoa, é ser alguém ou alguma coisa, vai saber, que ciclano não é. Pois bem, dentro da falsidade é criado um mundo no qual a pessoa engana a si mesma, ela não tem a noção do espaço ao qual ela pertence. Ser falso é falar com Beltrano, mas só o ciclano mesmo sabe que ele está sendo falso com a pessoa alheia e com ele mesmo. Entendeu? Se um ser deste planeta, - estamos na Terra, né?, é, acho q sim - consegue falar com outrem, tendo raiva, ódio e sentir falsidade, esse mesmo ser deste planeta consegue ser amável e desarmado, logo não é uma pessoa falsa. E por quê ter o título de falso? Eu não quero esse troféu.
Segunda tese - essa é pequena... ter falsidade é ser individualista, é querer que o mundo gire ao redor do umbigo, é ser azedo, é ser feio, é observar mais o mundo do que a si próprio, e isso é ruim, pois ciclano, Beltrano e fulano nunca sabem onde vivem, onde eles estão, se o que sentem é realmente verdadeiro, se não é mais um golpe do próprio cérebro contra eles próprios. O retorno da falsidade vem para ele mesmo, apenas sofre sozinho.
Ter falsidade é ser sozinho no mundo, o sentimento é só seu, só você sabe onde parar e porque parar e se deve parar.

O fato é que ser....essa palavra feia que repeti muito ai pra cima, não vale a pena, não vale o esforço de tê-la na vida, pertencer a ela e existir por ela.
A vida é bem maior que a vã filosofia criada por falsidades intermináveis do cotidiano de pessoas com pensamentos fracos e deprimidos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

É o que há?

Se ser feliz é o que realmente há, eu desprezo a felicidade momentânea. Quando a verdadeira felicidade ressurgir do mais profundo buraco do oceano negro, o preço pode ser alto demais para ter noção de si mesmo e senti-la no coração. Talvez a verdadeira felicidade já tenha acabado.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cavalo de troia

Hoje, a Nasa (Agência Espacial Norte Americana) tem um projeto ultra-secreto, sabido apenas por alguns membros da alta cúpula da divisão de programas espaciais. Pode-se saber que são apenas 2 pessoas que obtêm os maiores segredos para o futuro das viagens espaciais. Neste momento, vazou informações sobre o plano da Nasa, isso é ruim porque os próximos anos não serão os mesmos. As informações vazadas são de suma importância para as pesquisas no espaço.
Há ainda uma notícia, não é tão ruim assim. Aconteceu que a informação não caiu em mãos inimigas. Mas o fato delas estarem sendo ociosas em mãos que não são as das cabeças controladoras da NASA, faz com que os planos não saiam como palnejados. É como um presente grego, um cavalo de Troia. Especialistas sabem o que se faz por fora dos planos, mas o plano em si eles não podem saber, precisam saber somente o essencial para manter a organização da corporação, a NASA.
Como as informações foram vazadas, os planos tiveram outros caminhos. Se mantivessem o mesmo plano, mesmo sabendo do vazamento, as perdas seriam catastróficas, como quase foi.
Por sorte, inimigos não sabem dessa notícia e não sabem as informações que sairam do controle das mentes arquitetas.
Seria o fim da NASA.
Com ordem, com conversas paralelas ao susto, as mentes conseguiram arquitetar outro plano.
O segredo agora é mantido apenas por pessoas que estão na agência há mais de trinta anos. Os planos não ocilarão mais, é o que garante o porta-voz da NASA.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Correr

Ontem eu corri para me exercitar
Antes de ontem para pegar o ônibus
Outro dia eu corri para não chegar atrasado ao trabalho
Há alguns anos, eu corri para ver o show da minha banda predileta
Quando criança, corria para os braços de minha mãe. Sempre vou correr para os braços de minha mãe
Hoje, corro contra o tempo
Desejo que quanto menos os dias passem
Mais a minha corrida não seja em vão
Corro contra mim mesmo
Corro à favor do bem
Agora, quero somente correr sem me pausar
Desejo que o tempo apague minha corrida sem valor algum
Corri como um desesperado. Corri como um louco
Louco que sou, não vi o exagero que causei com o absurdo da insistência
Insisti para ter um motivo para esquecer o que realmente me colocou nesta cena
Depois de 20 dias, a corrida acelerada dos batimentos do meu coração trouxe a calmaria aqui para dentro
Não vou dizer que o coração esqueceu
Apenas não vou deixar minha vida correr de mim
Neste exato momento, desesperadamente, corro para não me suicidar em mim
Corro para que meu coração continue a bater
Agora não mais para você!

Apologia

Todos me conhecem, todos sabem o que penso

Desde pequeno aprendi a dar valor às pequenas coisas da vida

Com esse pensamento consegui as melhores pessoas que existem na face da Terra

Trazendo essa vontade, o universo me apresentou a um seleto número de amigos

Mas cá prá nós, alguns números todos têm

Eu materialiso esses números em alguns dedos de uma única mão

Sei que em qualquer momento que precisar

Posso olhar para o lado e contar com meus verdadeiros amigos

Como dizem por aí, que o tempo faz milagres

Todas as farças um dia caem, permanece de pé apenas o bom caráter

O verdadeiro espelho da alma

O tempo fez eu amar cada em de vocês, verdadeiros amigos

Pequenos gestos, alguns conselhos, grandes entusiasmos, duras broncas, verdadeiras conciliações, o calor do momento, a dor de dizer não na hora certa, o companheirismo, a presença, a distância, o abraço, o beijo fraterno, a nobreza, a hombridade.

O irmão que não tem meu sangue, mas tem o meu respeito

A alma que Deus fez cruzar o meu caminho é você, amigo

Obrigado, meu amigo!

Da maneira que os vejo, é o que sou

O que espalho de nossa amizade, é o que sou

O que sou é você, meu amigo

Obrigado, amigos!

Não preciso dizer os seus nomes

Minhas palavras tocam o seus coraçôes

sábado, 3 de outubro de 2009

Outra casa, João?



Sempre que passava por uma árvore com espinhos
Lá no alto dos galhos via uma casinha com janela
Os buxixos diziam que foram mãos de homens que fizeram aquela moradia
Mas no fundo eu acreditava que não
Apesar Do Homem ter duas mãos
No alto daquela árvore com espinhos ele não subiria
Se preocupa demais com coisas aqui embaixo
Aquela casinha foi feita com tempo, amor e carinho
Quem a construiu dedicou muito suor para terminar o serviço
Foram meses e meses para conhecer o local da construção e confiar seus esforços na copa de uma árvore de espinhos
Os anos foram passando e a casinha foi se desmanchando, se deteriorando
Apesar do material ser muito resistente, acho que barro, argila...
A água da chuva desgastou o exterior total daquela moradia linda no alto da árvore de espinhos
Em começo de primavera, saiu da casinha um pássaro belo
Seu nome era João-de-barro
Foi ele o arquiteto, o pedreiro e o engenheiro daquela casinha no alto da árvore de espinhos
Ele estava de mudança. Não que sua famíia cresceu
O tempo, a chuva e os muleques malvados acabaram com sua bela casinha
Foi aí que ele disse: "Não tenho família, sou sozinho"
Ele construira aquela casinha para abrigar uma família
Mas não deu certo. Não houve tempo sulficiente para constituir a família
Sempre há outra árvore de espinhos para construir outra casinha bela com janela, disse o belo pássaro João-de-barro

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Despedida

A única coisa que quero que lembre
É que nunca vou me arrepender
daquilo que fomos
dos dias, dos sonhos de sermos pra sempre ligados
Eu sei que é dificil entender por que não

quero mais persistir, me enganar
Você que um dia era tudo que eu tinha
Mudou e não pude acompanhar
Vamos deixar no passado

promessas e sonhos de lado
Deixar que o tempo nos faça bem
Mas não

Eu sei que nunca vou me arrepender
Mas não
Eu sei que nunca vou te esquecer
Mas não
Eu sei que nunca vou me arrepender de você
Eu me acostumei com você, não pensava

mais em trocar minha estabilidade
Fazer outros planos, em outros caminhos
escutar minha vontade

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Suar como o leito de um rio que corre por tão longe neste Brasil de tamanho inimaginável



Quando vejo que o dia está belo lá fora, percebo que entra na epiderme de minha alma, a mais voraz das vontades de levantar da cama. Sinto essa energia agindo por todo o meu corpo e perco a noção de tempo e espaço. Quero, o mais rápido possível, não estar limitado às fronteiras do meu tepete azul. Desejo sair do meu quarto e entrar de cabeça no azul do céu somado aos raios do magnanimo astro-rei. Levanto e vou pouco a pouco exercitando-me para receber o espetáculo do dia lá fora. Oferecendo-me, de graça, os seus esforços de milhares de anos.


A roupa que uso é a mais leve possível. O que tomo é somente água, só essa fonte me dará forças para compensar o suor que vou derramar. Preparo-me para deixar minha casa. Desço as escadas. Abro a porta que dá para a rua. Finalmente recebo de peito aberto a calmaria, a paz, a razão pela qual o mundo gira, recebo o Sol, o ar e minha mente limpa do cotidiano estressante.


Ando por 5, 10 minutos. Aqueço o motor dentro da minha caixa toráxica. Quando ele está bombando de tanta vontade de ir para a terceira marcha, dou a arrancada que me fará voar pelo prazer que - somado às forças do céu e da natureza - tenho de correr, viver, agradecer a conspiração do universo por essa arte. Um momento mágico e único.



A vontade que tenho de não deixar essas emoções, desejos, prazeres únicos acabarem, de permanecer movimentando-me por horas, de sentir o frescor do ar cortando minha face, de sentir os raios do Sol penetrando em meus fios de cabelo, de desejar que todos os meus muscúlos trabalhem para me dar saúde, de perceber meus póros abertos para a renovação de minha pele é a mesma vontade que temos de pedir ao Supremo que revogue Sua autoridade de acabar com o mundo, se isso um dia acontecer. Um prazer indecifrável.


Volto para casa com o suor pingando aos montes pelo meu corpo. Tenho a sensação de leveza. Quero que a semana passe o mais rápido possível para eu voltar ao meu estado de gratidão com o universo.



Abner



terça-feira, 1 de setembro de 2009

99 anos de história



Salve o Corinthians, o campeão de todos os tempos, o maior campeão do século XX, da década passada, o maior campeão do ano que antecede o seu centenário. Salve o Corinthians, porque és o grande, o grande clube brasileiro. Não digo que és o mais brasileiro, digo o grande clube brasileiro. Reconhecido por todo o mundo por ter a maior torcida, que na verdade é uma nação de apaixonados pelo Clube há exatos 99 anos. Hoje comemoramos o 99º ano da vida do Corinthians, amanhã, ano que vem, comemoraremos o título da libertadores e o mundial, claro que o mundial será depois do centenário, porém sabemos que será bem vindo para fechar o ano do 100º aniversário do clube mais amado do mundo.

Salve o Corinthians, por proporcionar muitas alegrias aos seus torcedores.

Temos certeza do único espírito que acompanha o clube: Os jogadores, os cartolas, os boatos passam, todos passam, mas o Corinthians é para sempre.

Sou louco por Ti, meu Coringão.


Abner

sábado, 29 de agosto de 2009

Momento instantâneo.

O mar está lá longe para ser visto de perto. O que adianta existir o mar senão houver corações para roubarem algumas lágrimas de suas praias? Lágrimas podem vir aos montes, como enchurradas, como um leve cair de um copo d'água, como uma tempestade... não importa sua intenção. É sempre um momento instantâneo. Nunca derrubamos lágrimas para sempre. As lágrimas vêm e vão, vêm e vão, vêm e vão. MAs é vão pensar em só derramar lágrimas. Viver pensando na imensidão do mar não é viver. Viver é estar junto às lágrimas do mar. O mar nos manda muitas lágrimas. Se quisermos dessas lágrimas nos molhar, basta irmos até o mar mais próximo. Aquelas lágrimas tem o poder de fazer alguém feliz. O sentimento que emana dos mares é inexplicável. Rimos à toa. Molhamos as lágrimas do mar com as nossas lágrimas e nos tornamos uma lágrima só, quando isso acontecer, nos preparamos para saudar o instantâneo e viver tudo de novo.

Abner

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Alma

De repente o mundo para de girar;
será um sonho?
Ou estou mesmo vivenciando
o que há muitos séculos nossos antepassados temiam?
O silêncio da copa das árvores é sentido de muito longe.
Ele ainda existe, mas está longe.
A alma que os seres vivos dão à Terra
não mais passa a epiderme.
Alma essa que faz o mundo girar
e o ar tornar-se o real
não só como poesia
mas o caráter físico da poesia.

Abner

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Como um certo alguém.

De repente peguei um livro e com algumas figuras que fui observando, lembrei de uma história que um passarinho azul com bolinhas pretas-alaranjadas me fez ser receptor: O ano é...deixa pra lá o ano. Sei que é no século xx, acho q do começo pro meio..., quase um terço antes de terminar o século.
Uma criança crescida nos aureos campos de Portugal de Salazar, com pouca instrução que não lhe foi passada, - instrução não quer dizer nada pra qm não vive a vida - mas muita força para enfrentar a neve caindo e pisar nela sem uma proteção suficiente para aquecer os pés. Essa criança cresceu e não foi por lá que ela ficou. Com a força que nunca a abandonou ela veio para o Brasil sofrer mais um pouquinho, talvez o senhor do tempo quiz deixá-la enxergar a vida com outros olhos. Ir a um país no qual nunca foi, morar com pessoas diferentes, comer o pão bolorado que o diabo amassou, isso não é para qualquer um. Muita gente reclama do pouco suor que escorre de seus rostos sem ao menos fazer um mínimo esforço para merecê-lo. Hoje é impressionante como essa criança se tormou uma matriarca com M maíusculo, com coragem, com determinação, com empenho, tendo a ceretza de nunca desistir da vida. Acredito eu que nunca vai desistir, a desistência é para os fracos que perdem a luta sem ao menos estar nela.
Quando eu crescer quero ser como essa criança, como esse certo alguém. Quero lutar, quero subir o mais alto que puder, sempre olhando para baixo e sabendo que foi de lá que vim.
Não temos como nos desviar do sofrimento, ele faz parte de qualquer ser humano, aceita-o quem quer. Tenho certeza de uma coisa: ele só vem uma vez. Cuidado. Não pense que o que vou passar sou eu que darei o nome de sofrimento. O mundo vai dizer que é sofrimento eu darei o nome de vida.

Abner

Um dia belo como esse...

Bom, se quero ser um jornalista, preciso fazer por onde merecer que o universo me olhe com outros olhos. Preciso gritar bem alto e dizer quem sou eu sem esperar por mais ningm. Claro q conselhos e dicas são bem vindos, entretanto, o meu caminho e o capim pra carpir e chegar, qm faz sou eu. O dia está belo lá fora, está, sim senhor, e hj resolvi abrir as portas para o universo conspirar a meu favor. Um dia de sol é o sulficiente para iluminar a mente de qqr ser q resida neste planeta azul e grande.
Folheando uma revista da National Geographic, mais precisamente a edição setembro de 2009, li algumas reportagens e num cantinho da revista, observei um chamado para postagem de fotos sobre qqr assunto a ser mandado para a redação da revista. Para minha surpresa havia um site, qndo entrei nesse site, abriu-se, como num passe de mágica, o site do meu primeiro blog, é, esse mesmo, meu primeiro blog, como num dia de sol, que hoje está forte, minha mente se iluminou e estou aq, vou começar meu primeiro dia de blogueiro. Daq um tempo minhas crônicas estarão nos mais diversos jornais deste país.
Então tirem as crianças da sala, afaste a mesinha de centro, costure a poltrona carcumida q a velha da sua tia deitou em berço explendido o traseiro fétido, que o show vai começar, senhoras e senhores.

Um abraço da redação.
Abner