Uma grande homenagem à cidade de São Paulo faço hoje, nesta data querida, 25 de janeiro de 2012. Uma doação que recebi do SESC SP, Belenzino, e mostro com o maior carinho e respeito a todos que me acompanham e aos que me ajudaram a conseguí-la. Apresento a bandeira da capital de São Paulo. Mais ou menos em meados de Junho do ano passado, 2011, passava eu pelo SESC Belenzinho, bem perto de casa e me odeparei com o pátio das bandeiras. Há um bom tempo vinha admirando a bandeira da capital. Admirando para me apaixonar por ela como sou apaixonado pela história que a bandeira do estado carrega. A minha admiração pela bandeira da capital começou quando eu passei pela prefeitura certo dia e fiquei vendo-a tremulando linda sob um céu azul e um dia maravilhoso de sol forte na cidade. Vendo a bandeira no pátio do SESC, fui fixando ideias: por ser da capital, por que não a tinha em meu acervo e por um motivo que me moveu para conseguir esta que veem hoje, a primeira bandeira hasteada pelo SESC, em sua reinauguração, dia 04 de Dezembro de 2010. Caso eu não a tivesse, posteriormente, seria queimada pelo Corpo de Bombeiros no dia da bandeira, 19 de Novembro.Tá aí, divirtam-se!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Feliz Aniversário, São Paulo!
Uma grande homenagem à cidade de São Paulo faço hoje, nesta data querida, 25 de janeiro de 2012. Uma doação que recebi do SESC SP, Belenzino, e mostro com o maior carinho e respeito a todos que me acompanham e aos que me ajudaram a conseguí-la. Apresento a bandeira da capital de São Paulo. Mais ou menos em meados de Junho do ano passado, 2011, passava eu pelo SESC Belenzinho, bem perto de casa e me odeparei com o pátio das bandeiras. Há um bom tempo vinha admirando a bandeira da capital. Admirando para me apaixonar por ela como sou apaixonado pela história que a bandeira do estado carrega. A minha admiração pela bandeira da capital começou quando eu passei pela prefeitura certo dia e fiquei vendo-a tremulando linda sob um céu azul e um dia maravilhoso de sol forte na cidade. Vendo a bandeira no pátio do SESC, fui fixando ideias: por ser da capital, por que não a tinha em meu acervo e por um motivo que me moveu para conseguir esta que veem hoje, a primeira bandeira hasteada pelo SESC, em sua reinauguração, dia 04 de Dezembro de 2010. Caso eu não a tivesse, posteriormente, seria queimada pelo Corpo de Bombeiros no dia da bandeira, 19 de Novembro.quarta-feira, 6 de abril de 2011
Passagem secreta na Estação Sé
Todos sabemos que na cidade de São Paulo existem vários segredos, passagens secretas, símbolos oriundos de todo tipo de crença etc. Mas um dos segredos que eu tenho certeza que nunca ninguém desvendou são os do Metrô.
Só temos uma visão do caminho dos trilhos através dos vidros dos trens do Metrô. E há algum tempo venho tendo curiosidades a respeito dos túneis. Minha maior intriga era saber como os trens da linha azul (sul) vinham parar na linha vermelha (leste). Tive milhões de pensamentos para desvendar essa dúvida, tais como: carretas carregando os trens até os terminais Barra Funda ou Itaquera, carretas levando os trens até o pátio Belém 1 - e tudo isso já tem, acho, quase um ano.
Tudo começo quando observei alguns trens da linha azul na estação Belém, linha vermelha. Aquilo me deixava encucado. Mas a dúvida passava ao longo do dia, pois pensava em outras coisas. Sempre que eu descia na estação, logo via os trens na manutenção e a intrigava começava de novo. Caramba.
Desde desse dia comecei a vasculhar os túneis com mais minuciosidade. Posso dizer que foram meses de pesquisa, não virtual, mas sim visual daquele lugar.
Descobri que existe uma passagem que liga as linhas 1 (azul - sul-norte) e 2 (vermelha - leste-oeste). Essa passagem é somente para os trens e nunca teriamos acesso se não fosse por minha curiosidade.
Explico tudo a vocês: na saída da estação Sé, indo para a estação Dom Pedro, existe uma parede e quando termina essa parede começa a entrada ou saída dessa passagem. O mesmo acontece para quem vem da estação Liberdade (azul) para a Sé (central), neste caso o túnel sobe.
Sendo assim, os trens vêm e vão para qualquer lugar dentro dos limites do Metrô. Inclusive a linha verde, lá há uma passagem semelhante.
Lembrei desse episódio hoje e resolvi publicar. Quando passarem, por lá, prestem atenção. Vocês irão verificar.
Abraços da redação.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Museu do Ipiranga
cia, localizado na entrada do parque da Independência. Eu não sabia que aquele espaço estava aberto. Pelo que pesquisei, houve uma reforma recente, depois de anos fechado à visitação. Vasculhei cada pedaço da história disponível para olhos curiosos como os meus.Sempre tive a curiosidade de ver a cripta de Dom Pedro l. Hoje pude entrar nela e sai com vontade de dizer tudo o que vi. O ambiente é escuro, apenas a luz do astro-rei ilumina a parte central de dentro da cripta, que passa por uma claraboia no alto do monumento. Há algumas luzes quentes internas, mas são apenas para penumbra, em dias que o sol não aparece. As paredes são em mármore negro, exatamente para dar a impressão de lugar fúnebre. À minha esquerda estavam o baú com os restos mortais do imperador, uma espada dourada e sua coroa, ao lado estava dna. Amélia de Beauharnais, à minha direita estavam os restos mortais de dna. Maria Leopoldina, ambas esposas de Dom Pedro l. Na parede que dá de frente para quem chega, é possível ver o brasão da família imperial. No alto, o brasão do Brasil Império.
Saindo da cripta, fui em direção ao Museu Paulista, hoje administrado pela USP. Até chegar lá, subi pela avenida central do parque. No topo da avenida, observamos as 27 bandeiras dos estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, marcas da República Federativa do Brasil.
Passei pelos jardins franceses e suas fontes magníficas, criados no ínicio do século XX e inspirados nos clássicos, como os do Palácio de Versalhes.
Como era aniversário da cidade de São paulo, a entrada foi gratuita. Ajudando, assim, quem deseja conhecer mais a história do Brasil.
Fiquei quase 3 horas em visitação. Havia salas frescas e outras nem tanto, tal como a sala dos móveis e camas do meio do século XlX. Muito abafada e sem abertura para entrada e saída de ar. Outras, no entanto, estavam climatizadas e cheias de câmeras de vigilância.
Por dentro e por fora o museu é lindo. Descobri que de dois anos para cá, os calabouços, aterrações do prédio, foram abertos para visitação. O mais impressionante não são as obras que lá estão, mas o fundo, o começo de tudo, o alicerce que é a estrutura de todo aquele monstro da história de edificações de São Paulo.
Para quem não conhece, há salas de armas, carruagens, peças de porcelana antigas. Um convite para o deslumbramento das crianças.
Visitem e surpreendam-se com cada pedacinho de nossa história.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Impressionante!!
IMPRESSIONANTE!!!
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